O matrimônio deve nascer do afeto ou da conveniência e do dever?

Suponho eu que tal questão ocupa com naturalidade o pensamento de um homem, no qual o matrimônio é visto menos como mero romance e mais como instituição moral e social.
eles respondem
Nem de um afeto passional e nem de uma conveniência utilitária. O matrimônio deve nascer de um ato consentido e deliberado, ou seja, da vontade. Para ser um ato da vontade, precisa ser livre de tudo que obscurece a razão e nos escraviza, sejam pressões internas, como uma carência afetiva patológica, a concupiscência (o desejo carnal desordenado) ou pressões externas (desejo dos pais, necessidade de dinheiro, medo).