Se beleza é tão relativa, por que existe um padrão?
Significa que ela não é tão relativa quanto parece
elas respondem
anônima
4a
Sabe que isso me lembrou um artigo sobre teoria da arte que eu tenho guardado há um tempão... Esse artigo começava com uma reflexão interessante sobre o que haveria de semelhante entre uma Capela Sistina e A Fonte. O que haveria de comum entre elas, já que ambas são consideradas obras de arte? Esse artigo em questão, tentava solucionar a questão com a ideia de paradigma: cada tempo e espaço possui sua própria concepção de arte, seus próprios padrões de beleza, apesar de haver diferenças diametrais, essas ideias são condizentes com o paradigma de cada época.
A questão do padrão talvez se repita, especialmente na arte clássica, porque aborda muitos temas relacionados à natureza, à ciência, ao homem. A natureza possui padrões, o homem de certa forma também e isso acaba sendo transportado para as manifestações artísticas. O contrário também é válido. E isso dá um tom interessante à coisa: enquanto humanos, tão diversos, cheio de particularidades e subjetividade, conseguimos nos conectar na arte e através da arte, de forma à transmitir sentimentos universais, comuns à todos nós. Raiva, desespero, paixão, tristeza... Isso de certa forma também é um padrão. A fato de termos um ciclo de vida (começo, meio, fim) é um padrão. As (as)simetrias também podem ser consideradas. São bem exploradas também.
A questão do padrão talvez se repita, especialmente na arte clássica, porque aborda muitos temas relacionados à natureza, à ciência, ao homem. A natureza possui padrões, o homem de certa forma também e isso acaba sendo transportado para as manifestações artísticas. O contrário também é válido. E isso dá um tom interessante à coisa: enquanto humanos, tão diversos, cheio de particularidades e subjetividade, conseguimos nos conectar na arte e através da arte, de forma à transmitir sentimentos universais, comuns à todos nós. Raiva, desespero, paixão, tristeza... Isso de certa forma também é um padrão. A fato de termos um ciclo de vida (começo, meio, fim) é um padrão. As (as)simetrias também podem ser consideradas. São bem exploradas também.