Até que ponto o livre-arbítrio prevalece sobre o destino nas obras de William Shakespeare?

Em William Shakespeare, o destino não anula o livre-arbítrio, antes, o desafia. Suas personagens são, ao mesmo tempo, vítimas de forças maiores e artífices de sua própria queda. É precisamente nesse conflito que reside a grandeza trágica, o homem não é mero joguete do fado, mas tampouco senhor absoluto de si.
elas respondem
Shakespeare sempre enfatiza em suas obras que o ser humano é responsável por seu caminho, mesmo quando está cercado por pressões externas, vide Otelo que deixou-se levar por sua impulsividade sem ao menos refletir antes de cometer seu desatino.