Eu tenho um dragão na minha garagem, mas ele é invisível
Recebi uma visita de um amigo curioso. Ele queria ver se eu realmente tinha um dragão na garagem. Chegando lá, a minha visita não consegue vê-lo, então, ele me pergunta onde ele está. Então eu revelo que o dragão é invisível. Querendo achar uma solução, a visita propõe jogar tinta no chão para ver as pegadas do dragão.
Eu digo não ser possível, pois o dragão flutua, por tanto, mesmo jogando tinta...
Eu digo não ser possível, pois o dragão flutua, por tanto, mesmo jogando tinta...
eles respondem
Essa história lembra muito o "dragão na garagem" de Carl Sagan, que ele usou para ilustrar o conceito de crenças infalsificáveis. Se algo não pode ser testado, provado ou refutado de maneira objetiva, é difícil considerá-lo como uma realidade, por mais que se acredite nele. No caso do dragão, sempre que se tenta verificar sua existência, surgem desculpas que tornam qualquer teste impossível. Isso não prova que ele existe ou que não existe, mas torna a crença infundada, pois ela não pode ser verificada.
Então, tecnicamente, a existência do dragão é uma questão de fé, não de evidência. No meu ponto de vista, sem provas verificáveis, é mais seguro afirmar que o dragão não existe.
Então, tecnicamente, a existência do dragão é uma questão de fé, não de evidência. No meu ponto de vista, sem provas verificáveis, é mais seguro afirmar que o dragão não existe.