Eu sou doentia por ser assim?

anônima
Parece que mesmo atualmente eu fico repetindo este padrão.

Quando era uma naniquinha na crechinha, tinha um brinquedo, uma gangorra, e ela estava cheio, e meu colequinha pediu para eu sair. Lembro que isso mexeu muito comigo, de sentir rejeitada. E que depois deste dia, eu pegava minha bonequinha, e ia brincar sozinha de faz de conta com ela, na cadeira de balanço. Na infância eu fazia muito de m...
eles respondem
anônimo
1a
Quando eu estava na crechinha, a prof fez a brincadeira de caminhar em volta de bambolês no chão, e quando ela dava stop na música devíamos pular dentro de um bambolê, como a dança das cadeiras, no meio da brincadeira ocorreu o stop, eu pulei num bambolê e pensei "mais uma rodada salvo" do nada uma garotinha pula no meu bambolê, e a prof aponta pra mim sair do jogo. Bem, certamente a prof não viu quem pulou primeiro dentro do bambolê e escolheu a menina para seguir no jogo, o que eu não desconfiava é que a prof assim como o resto da sociedade está condicionada a fazer isso com todos os garotos em prol das meninas, pois eu cresci e sigo perdendo bambolês de forma covarde