Relação degradante com meu pai, o que vocês fariam?
anônima
Meus pais se divorciaram quando eu tinha 8anos, hoje tenho 20.
Desde então minha relação com meu pai foi se degradando, às vezes eu ia pra casa dele passar a tarde após a volta das aulas enquanto minha mãe estava no trabalho, para que eu não ficasse só.
Depois de um tempo já crescida não precisava mais passar a tarde lá nesses exatos dias. Mesmo assim depois de um tempo combinei de passar o "di...
Desde então minha relação com meu pai foi se degradando, às vezes eu ia pra casa dele passar a tarde após a volta das aulas enquanto minha mãe estava no trabalho, para que eu não ficasse só.
Depois de um tempo já crescida não precisava mais passar a tarde lá nesses exatos dias. Mesmo assim depois de um tempo combinei de passar o "di...
eles respondem
1a
Olha, tenho uma história com algumas questões iguais. Meus pais também se separaram quando eu tinha 8 anos. Desde sempre, meu pai não me procura para nada. Se eu não o procurar, não irei vê-lo.
A diferença é que sempre que pedi ajuda, ele fez o que pode. Além disso, ajuda minha mãe com dinheiro até hoje, mesmo todos os filhos sendo adultos há muitos anos.
Esta indiferença do meu pai me incomodou por muito tempo. Até eu não esperar mais nada dele.
Atualmente algumas pessoas na família foram diagnosticadas com autismo. A chance de ele ser, e até eu mesmo, são bem grandes. O que pode explicar a falta de empatia e necessidade de contato com outras pessoas.
Mas o fato para mim hoje é que eu o procuro, por mim mesmo, porque sinto vontade. Não faço para chamar atenção, esperar que ele faça algo por mim ou sinta a minha falta. O procuro porque quero, sem esperar nada dele.
A diferença é que sempre que pedi ajuda, ele fez o que pode. Além disso, ajuda minha mãe com dinheiro até hoje, mesmo todos os filhos sendo adultos há muitos anos.
Esta indiferença do meu pai me incomodou por muito tempo. Até eu não esperar mais nada dele.
Atualmente algumas pessoas na família foram diagnosticadas com autismo. A chance de ele ser, e até eu mesmo, são bem grandes. O que pode explicar a falta de empatia e necessidade de contato com outras pessoas.
Mas o fato para mim hoje é que eu o procuro, por mim mesmo, porque sinto vontade. Não faço para chamar atenção, esperar que ele faça algo por mim ou sinta a minha falta. O procuro porque quero, sem esperar nada dele.