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eles perguntam
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elas respondem
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1h
Concordo com a ideia em parte. Existe uma linha bem forte no pensamento budista e em Schopenhauer que diz isso mesmo: desejo gera sofrimento porque ele te puxa pra algo que ainda não existe. Se você quer, você está em falta. Se está em falta, existe tensão. E se você consegue, logo aparece outro desejo. Mas isso não fecha o assunto, só abre outra porta. Nem todo desejo é igual. Alguns são motores de vida, como curiosidade, afeto, vontade de criar ou de construir algo que faça sentido. O problema não está em desejar, mas em quando o desejo vira dependência, quando sua estabilidade emocional fica amarrada a coisas que você não controla. Além disso, sem desejo você não age, não se move, não se relaciona, não transforma nada. Você não fica livre do sofrimento, só troca ele por uma espécie de vazio que não é exatamente paz, é mais uma suspensão/supressão da experiência.
Então, penso que quando você reconhece o desejo sem se deixar dominar por ele, ele deixa de ser uma prisão e passa a funcionar como direção.
Então, penso que quando você reconhece o desejo sem se deixar dominar por ele, ele deixa de ser uma prisão e passa a funcionar como direção.
eles respondem
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1h
Não concordo, não.
1h
Não completamente, depende do caso.
Acredito que nem todo desejo seja malicioso ou negativo. Muitas vezes, desejo é apenas uma forma de vontade ou de interesse por algo. Por isso, afirmar que todo desejo é uma causa inevitável de sofrimento acaba sendo uma simplificação banal.
Acredito que nem todo desejo seja malicioso ou negativo. Muitas vezes, desejo é apenas uma forma de vontade ou de interesse por algo. Por isso, afirmar que todo desejo é uma causa inevitável de sofrimento acaba sendo uma simplificação banal.
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