1 a cada 2 casamentos termina em divórcio. Por que você acha que isso acontece?
De acordo com as estatísticas seu casamento tem 50% de chance de dar errado.
Isso que nem está considerando casos que o casamento se mantém por interdependência financeira ou casais que não se amam mais mas estão juntos por conveniência. Senão o numero de divorcios aí seria maior.
Isso que nem está considerando casos que o casamento se mantém por interdependência financeira ou casais que não se amam mais mas estão juntos por conveniência. Senão o numero de divorcios aí seria maior.
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eles perguntam
5 respostas
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elas respondem
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2h
N faz sentido no mundo de hj a mulher trabalhar fora e ainda aceitar engolir sapo do marido. Se a gente for ver essas estatísticas de divórcio, tenho quase certeza q 1/3 termina por problemas financeiros e 2/3 por problemas de convivência (muitos deles causados pelos homens).
Pro casamento durar hj em dia, o homem tem q tratar a esposa como uma igual, oq n acontece qnd a gente correlaciona a estatística de jornada dupla.
Pro casamento durar hj em dia, o homem tem q tratar a esposa como uma igual, oq n acontece qnd a gente correlaciona a estatística de jornada dupla.
2h
Não sei
As coisas na vida podem ser q mudem. Dificilmente alguém vai iniciar um trabalho em uma empresa e morrer nela, ou ter uma amizade e morrer sendo amiga (algumas amizades são desfeitas), alguns namoros tbm, e pode ser q ocorra em um casamento. Assim como várias coisas na vida humana q possuem início e fim.
É q as pessoas amam criar polêmicas.
É q as pessoas amam criar polêmicas.
eles respondem
2
Por culpa das mulheres, que não aceitam uma traição boba ali e aqui.
Meu caro, a premissa que apresentais soa-me, confesso, algo estranha, pois em meu entendimento o matrimônio não se concebe como vínculo passível de dissolução ao sabor das circunstâncias, mas antes como um compromisso solene, firmado sob Deus e sustentado pela perseverança.
Ainda assim, se me é permitido conjecturar sobre uniões que fracassam em espírito, ainda que não em forma, diria que tal se deve menos à falta de afeição inicial e mais à ausência de constância. Muitos entram no matrimônio movidos por entusiasmo, porém despreparados para os deveres silenciosos que o sustentam, paciência, renúncia e disciplina dos próprios caprichos.
Quando o amor é tomado como mero sentimento, ele se esvai, quando, porém, é cultivado como dever e escolha diária, tende a resistir às adversidades. Assim, não me surpreenderia que tantas uniões se tornassem frágeis onde falta o entendimento de que amar não é apenas sentir, mas persistir com dignidade ao longo do tempo.
Ainda assim, se me é permitido conjecturar sobre uniões que fracassam em espírito, ainda que não em forma, diria que tal se deve menos à falta de afeição inicial e mais à ausência de constância. Muitos entram no matrimônio movidos por entusiasmo, porém despreparados para os deveres silenciosos que o sustentam, paciência, renúncia e disciplina dos próprios caprichos.
Quando o amor é tomado como mero sentimento, ele se esvai, quando, porém, é cultivado como dever e escolha diária, tende a resistir às adversidades. Assim, não me surpreenderia que tantas uniões se tornassem frágeis onde falta o entendimento de que amar não é apenas sentir, mas persistir com dignidade ao longo do tempo.
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