No fundo, todo mundo é louco?
o cara que come meleca do nariz zomba e acha o cara que come cera do ouvido um maluco, o maluco que come cera do ouvido e o que come meleca do nariz olham pro lado e vêem um cara bebendo a própria urina, e zombam chamando o cara que bebe a própria urina de louco, agora o cara que bebe urina, o que come meleca do nariz e o que come cera do ouvido, olham pro lado e zombam e chamam de maluco o cara que lambe o próprio sovaco, e assim por diante, louco é sempre os outros kkkk
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Igual a você, igual a você
Que anda de terno e de gravata
Igual a você, igual a você
Que anda de carro magnata
Igual a você, igual a você
Que só faz compra no shopping da Barra
Que anda de terno e de gravata
Igual a você, igual a você
Que anda de carro magnata
Igual a você, igual a você
Que só faz compra no shopping da Barra
Diria que não, nem todos são loucos, porém, muitos carecem de medida, decoro e autoconhecimento. O que descreves revelaria algo profundamente humano: a tendência de julgar o vício alheio enquanto se ignora o próprio. Cada indivíduo, acomodado em seus hábitos, por mais estranhos que sejam, toma-os como naturais, e encontra no comportamento do outro motivo de escárnio.
Assim, a loucura não residiria apenas no ato em si, mas na incapacidade de reconhecer a própria falta de refinamento. Tais costumes seriam sinais de degradação dos bons modos e da disciplina pessoal, virtudes essenciais para a vida civilizada.
Concluir-se-ia, portanto, que o verdadeiro erro não é apenas agir de forma grotesca, mas rir-se do outro sem antes examinar a si mesmo. Pois aquele que aponta o dedo com desprezo, muitas vezes o faz sem perceber que também se encontra aquém do ideal de dignidade e autocontrole.
Assim, a loucura não residiria apenas no ato em si, mas na incapacidade de reconhecer a própria falta de refinamento. Tais costumes seriam sinais de degradação dos bons modos e da disciplina pessoal, virtudes essenciais para a vida civilizada.
Concluir-se-ia, portanto, que o verdadeiro erro não é apenas agir de forma grotesca, mas rir-se do outro sem antes examinar a si mesmo. Pois aquele que aponta o dedo com desprezo, muitas vezes o faz sem perceber que também se encontra aquém do ideal de dignidade e autocontrole.
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