Essa semana explodiu a polêmica em torno da eleição da deputada federal Erika Hilton para a presidência da comissão dos direitos da mulher na câmara.
O que vcs pensam sobre isso?
Primeiro que vcs homens não tem que achar nada..pois a comissão ao qual ela foi destinada é pros direitos das mulheres.
Segundo teve uma votação, onde as mulheres votaram nela
E terceiro, ela é uma MULHER, que já fez mtas mudanças dentro do parlamento em prol de mta gente. Ela possui uma oratória de dar inveja, conhecimento científico, ela trás dados e n achismos e está mais do que apta a lutar pelas mulheres .
Fiquei mto feliz em saber que estou sendo mto bem representada, por uma mulher que já luta pelos direitos das mulheres.
Não acho que haja uma obrigação de que qualquer comissão, nem mesmo a dos direitos da mulher, seja presidida por um representante do grupo para o qual destinam-se as políticas públicas. Isso é identitarismo; pressupõe implicitamente a tese do "lugar de fala", segundo o qual apenas os sujeitos pertencentes ao grupo representado teriam capacidade de compreender e discutir as dores e dificuldades daquele grupo, o que é uma mentira.
Dito isso, o Érika Hilton é uma contradição ambulante, alguém que rejeita os fatos mais imediatos que lhe são apresentados pela realidade, e isso é razão mais do que suficiente para que ele não pudesse presidir nada.
Por conta da ideologia política as pessoas passam a defender ideias fora da realidade. Existe uma grande diferença entre respeitar a decisão de alguém, de concordar com ela.
A "Érica" é um homem que não se sente bem sendo o que nasceu, se identifica com o feminino. Não há nenhum problema nisso, mas querer que as pessoas enxergue da mesma forma que você mesmo se enxerga é pedir demais.
Trans não é mulher, é só uma pessoa descontente consigo própria, e autoritária demais para deixar as pessoas enxergar o que de fato ela é.
É por esse motivo que eu sempre critico o pessoal de esquerda. E é por esse mesmo motivo, que a esquerda vem ficando vazia de pautas importantes.
Eles não entendem que quando critico o pessoal trans, eu não critico a decisão, e sim a incapacidade se manter dentro de uma realidade não ideológica e impor essa mesma incapacidade aos demais.
Se um conceito se expande a ponto de incluir tudo, então ele deixa de escrever algo em específico. Logo, ele perde seu valor diferenciador.
Mas se as mulheres se sentem bem sendo lideradas por um homem, e aceitam ser reduzidas a um subgênero, que assim seja.
Acho que a comissão inclui mulheres trans, não é comissão das mulheres cis. Ela não roubou a cadeira,foi eleita, o voto da maioria deve ser respeitado. Daqui a pouco outra mulher assume. Democracia é isso.
O que ela faz a partir disso que deveria interessar mais. Que pautas aprova, que medidas na prática essa comissão vai defender.
Não me afeta em nada ela presidir essa comissão. Assim como não vai mudar nada na vida de ninguém ela ser removida do cargo. É uma polêmica vazia.