Ó doce buceta,
Juro por minha honra que, quando me aproximo de ti, meu coração bate qual tambor nas festas da vila. Há em ti um encanto que faria até cavaleiros cansados esquecerem as batalhas e poetas perderem a razão. Teu corpo guarda mistérios dignos das mais finas canções dos bardos, e teu calor chama-me como a chama chama a mariposa.