eles respondem
Itália também. A resposta curta e grossa: capitalismo.
Cada vez mais caro o custo de vida, trabalho cada vez mais cansativo e mercado instável. Jovem não tem tempo nem motivação pra sair e construir família.
O fenomeno no Japão é conhecido como Ohitorisama, que seria como " ode à viver só". Alguns artigos tratam pelo nome de hyper-solo society. Basicamente é o incentivo que a sociedade(vulgo mercado) dá para a vida só. Viajar, fazer programas,consumir entretenimento, videogame, streaming, anime sozinho. 1/3 dos lares no Japão são ocupados por uma única pessoa. É uma mina de ouro para o enternamente faminto mercado.
Na China tá rolando isso, mas lá é mais algo demográfico, com a política de filho único nos anos 80, maioria das famílias tinha filho homem. A diferença é brutal no número de jovens homens e mulheres, ou seja, inevitalmente vai sobrar muito encalhado lá, a conta não fecha.
o Brasil é o país que mais reduziu a natalidade em proporção nas americas.
A mesma coisa está acontecendo na China
Eu queria confeccionar uma família kkk
Acredito que este fenômeno, embora esteja aqui na sua pergunta evidenciado pelo caso japonês e português, se deve, entre outros fatores, a duas causas principais que desejo elencar:
1- Aumento do custo de vida no país: impostos mais altos em itens básicos para a sobrevivência podem desmotivar a constituição familiar que demandaria altas despesas. Assim como os produtores, os governos buscam maximizar a margem de lucro (ou arrecadação).
2- Pensamento contemporâneo: na modernidade, a mudança na cultura e os pensamentos que norteiam a perspectiva da população sobre o quê e como deve ser uma família, um relacionamento entre homens e mulheres etc. tem contribuído na desmotivação para tal. Creio que ideologias que se desviaram de um propósito principal "aparentemente válido" como o feminismo pregando a libertação da mulher de relacionamentos tóxicos, autoritários, desiguais, da "tragédia inevitável" de engravidar (ou alguma ideia parecida), a fluidez de gênero e a construção da identidade como algo majoritaria ou totalmente social como "pretexto" para, de uma certa forma, abrir espaço para a opinião pessoal do indivíduo para lhe conferir identidade com base naquilo que sente ou deixa de sentir com base em suas experiências pessoais desagradáveis a despeito da realidade; tudo isso contribuiu para desconectar pessoas umas das outras com diversas distrações: tecnologia, atenção maior no "eu, minha vida, minha carreira, meu dinheiro, minhas coisas, minha vontade...", associação da figura masculina como opressor e mal desnecessário, exaltação do feminino como moralmente superior ou de questionabilidade muito menor, transformação da família e do processo de gestação e criação de filhos como algo penoso, opressor, aprisionador e degradante.
Acredito que esse fenômeno é nocivo para a própria sociedade por causa de um sistema existente no Brasil muito simples chamado APOSENTADORIA.
A baixa natalidade culmina em menor população contribuinte, forçando o governo a reajustes.
Porque família custa caro.
Que o mundo todo adote essa conduta 🙌🏾
não é niilismo, é custo de vida. e menor peso cultural da instituição casamento na sociedade em geral, em outros casos.
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