Ao meu redor diretamente não porque sou de uma situação bem privilegiada, graças a Deus. Mas percebi menos gente pedindo Pix, ajuda, pedintes. Antigamente a igreja do meu bairro semana sim semana também tava divulgando alguma campanha e pedindo doação, ajuda de médico, dentista, agora deu uma acalmada.
Não é questão de percepção e sim de indicadores. Menor desemprego, aumento do consumo interno de carne, aumento do consumo das famílias, de consumo em supermercado e restaurante apesar do aumento de preços.
Geralmente quem desconfia é a mesma galera que no fim do governo Bolsonaro se fazia de cega para os dados de IBGE, ONU, banco mundial que o Brasil tinha 30 milhões de pessoas em insegurança alimentar. Agora que os mesmos indicadores apontam queda é que o Brasil saiu do mapa, é o contrário, pra eles tá todo mundo passando fome.
Só tão passando recibo.
Talvez em algumas regiões remotas isso pode acontecer, né? De todo jeito, acabar com a fome e alimentar de verdade é outra história.
Nos EUA qualquer pé rapado consegue se alimentar e até ficar gordão, mas a qualidade da alimentação é muito baixa.
É claro que acabar com a fome é essencial, mas é muito básico. É tipo universalizar o acesso a saneamento básico, algo já vencido em países desenvolvidos, mas ainda é um desafio e tento no Brasil.