eles respondem
Poxa, fiquei triste, sou muito fã dele e do pai, o grande Érico Veríssimo. Li vários, adorava as crônicas.
Leia Comédias da vida privada, As mentiras que os homens contam e O Analista de Bagé. Pra mim em matéria de crônicas humoradas retratando o cotidiano brasileiro, ele, Nelson Rodrigues e Rubem Fonseca são a santa trindade.
Com certeza ja li na adolescência mas não lembro o nome. É pq sou "antigo"...rs, mas me veio um lembrança, meu avô assinava o Jornal do Brasil e na edição de domingo vinha uma revista, na última página tinha uma crônica dele, eu adorava ler e arrancava a folha para colecionar numa pasta (na epoca que eram físicas, não essas do Windows...) foi ali que eu conheci as histórias do Ed Mort, que muitos anos depois virou filme.
Só me lembro do Analista de Bagé, talvez tenha lido algum outro também.
Mesa voadora. Analista de Bagé.
E inúmeras crônicas.
A primeira crônica foi “o lixo”, numa revista quando tinha 8 anos.
Minha primeira peça teatral que assisti foi o Analista de Bagé.
Era o maior escritor brasileiro vivo!
Também era o escritor mais difundido no começo da internet, só diminuiu quando começou a polarização politica na época do psdb e pt.
Além de tudo o cara entendia de futebol.
Uma perda enorme para o Brasil. Mas sua obra é eterna.