Como você crê que eu poderia ter abordado esta situação em meu trabalho?
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anônimo
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2a
De primeiro momento, cabe o esclarecimento de que para mim a crítica é fútil, caso não lhe seja aplicado um freio-de-mão. A crítica, quando libertina, é como um pombo, muita vezes: sempre volta ao pombal. Trago-lhes exemplos que tiveram como palco Nova York; Two Gan e Al Capone, dois criminosos que, ao serem presos e condenados pelos seus crimes, não se recriminaram. Two Gan escreveu uma carta antes de sua prisão, entitulada "A quem possa interessar.", nesta encontraram a mensagem: "Sou um homem de coração fatigado, mas bom. Nunca faria mal a qualquer pessoa." Two Gan matou diversos pessoas à mão armada.
Al Capone era chefe de uma gangue. Cometeu uma miríade de crimes, mas declarava que "Durante meus melhores momentos, providenciei o verdadeiro prazer a população, para que no fim me fizessem uma caçada humana".
É minha conclusão que, se estes não forem casos isolados, a maioria das pessoas também o faria. A realidade é que o culpado, por vezes, procurará culpar qualquer um à excessão dele.
Talvez os leitores pensem: "Ora! Então não posso mais dizer o que penso de fulano ou de seu atos? E se ele estiver a cometer uma transgressão?" Você pode sim, mas o faça de modo brando, suave, sem permitir que o repreendido perceba a repreensão, uma vez que esta tem o poder de levantar ressentimento e, consequentemente, desobediência.
Enfim, vamos ao cerne desta questão! Sou debutante, e em meu serviço há maneiras determinadas de se fazer algo. Dias atrás percebi que um funcionário estava a cometer um erro. Quis adverti-lo, no entanto levei a conta que, por eu ser um recém-chegado, talvez ele se sentisse incomodado, imaginando que a censura seria um indicador de soberba, então como deveria eu tratá-lo? O que poderia eu fazer para que ele não sentisse que eu buscava diminui-lo?
Al Capone era chefe de uma gangue. Cometeu uma miríade de crimes, mas declarava que "Durante meus melhores momentos, providenciei o verdadeiro prazer a população, para que no fim me fizessem uma caçada humana".
É minha conclusão que, se estes não forem casos isolados, a maioria das pessoas também o faria. A realidade é que o culpado, por vezes, procurará culpar qualquer um à excessão dele.
Talvez os leitores pensem: "Ora! Então não posso mais dizer o que penso de fulano ou de seu atos? E se ele estiver a cometer uma transgressão?" Você pode sim, mas o faça de modo brando, suave, sem permitir que o repreendido perceba a repreensão, uma vez que esta tem o poder de levantar ressentimento e, consequentemente, desobediência.
Enfim, vamos ao cerne desta questão! Sou debutante, e em meu serviço há maneiras determinadas de se fazer algo. Dias atrás percebi que um funcionário estava a cometer um erro. Quis adverti-lo, no entanto levei a conta que, por eu ser um recém-chegado, talvez ele se sentisse incomodado, imaginando que a censura seria um indicador de soberba, então como deveria eu tratá-lo? O que poderia eu fazer para que ele não sentisse que eu buscava diminui-lo?
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elas respondem
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anônima
2a
Sinceramente, mude seu tom de voz quando for se dirigir a pessoa. Por exemplo; use um tom de voz amigável e ao mesmo tempo profissional. A maioria das vezes enxergamos a diminuição pelo tom de voz e olhar.
2a
Dica: pulem pro último parágrafo.
A menos que eu tivesse sido contratada para um cargo de chefia e esse meu funcionário fosse meu subordinado, eu também não diria nada. Prefiro evitar más impressões no começo. Obviamente se for algo que vai me prejudicar diretamente, eu não vou ficar quieta.
A menos que eu tivesse sido contratada para um cargo de chefia e esse meu funcionário fosse meu subordinado, eu também não diria nada. Prefiro evitar más impressões no começo. Obviamente se for algo que vai me prejudicar diretamente, eu não vou ficar quieta.
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