Eu sempre me visto de uma maneira formal, até pq é um lugar de desenvolvimento profissional e aprendizagem, então sempre visto roupas que matem uma postura profissional e que causam uma boa aparência. Eu possuo um estilo, sim, mas acredito que o lugar dele seja fora do ambiente universitário, tipo, quando vou sair com meus amigos, ou alguma confraternização de família.
Eu já vi pessoas usarem o próprio estilo na faculdade, mas tem umas que exageram, como por exemplo hoje, um colega minha que já tem mais de 30 anos, foi para a faculdade com uma regata, um short curtíssimo tipo quase mostrando a polpa da bunda e ainda por cima sem sutiã, com os mamilos marcando. Eu não reclamo das pessoas terem o próprio estilo, e usarem na faculdade, mas acredito que elas tem que respeitar o ambiente né, usar um uma regata com uma jaqueta ou pelo menos fazer a combinação com uma calça, usar um sutiã. Agr a pessoa vai dessa maneira, parece que tá em casa, é uma falta de respeito até com os professores
Eu já vi pessoas usarem o próprio estilo na faculdade, mas tem umas que exageram, como por exemplo hoje, um colega minha que já tem mais de 30 anos, foi para a faculdade com uma regata, um short curtíssimo tipo quase mostrando a polpa da bunda e ainda por cima sem sutiã, com os mamilos marcando. Eu não reclamo das pessoas terem o próprio estilo, e usarem na faculdade, mas acredito que elas tem que respeitar o ambiente né, usar um uma regata com uma jaqueta ou pelo menos fazer a combinação com uma calça, usar um sutiã. Agr a pessoa vai dessa maneira, parece que tá em casa, é uma falta de respeito até com os professores
anônima
Entendo que a discussão trata do vestuário, mas gostaria de apontar algumas reflexões sobre o
porquê de o vestuário realmente não importar tanto assim.Não gostaria que fosse assim, mas a verdade é que, na maioria dos casos, embora um diploma possa ser valioso, a jornada da graduação não tem absolutamente nenhum valor para o mundo. Se uma pessoa cursar todos os semestres da graduação na melhor instituição do planeta, mas concluir o curso em outra instituição, ela não terá o prestígio da melhor instituição, pois o valor está realmente em quem emitiu o diploma.
É evidente que há algumas exceções: em instituições muito reputáveis, como algumas universidades federais e internacionais, a participação e o estabelecimento de vínculos com professores geram oportunidades, como indicações para projetos e também para empresas. Nessas instituições específicas, e apenas em alguns cursos (como Direito), pode ser prudente adotar uma postura e apresentação mais profissional.
Nas demais instituições, principalmente nas particulares brasileiras, o diploma é apenas uma mercadoria. Apesar de haver casos de sucesso pontuais, como a Pontifícia Universidade Católica (PUC), o Mackenzie e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) (todas hoje decadentes, aliás), o Brasil não é marcado historicamente por incentivos privados às instituições de ensino. Por essa razão, instituições particulares quase sempre foram apenas um negócio que prioriza o lucro a curto prazo em detrimento de construir uma reputação a longo prazo. Isso se deve ao fato de educação ser, essencialmente, um investimento arriscado de longo prazo: gasta-se milhares de reais, quiçá milhões, para formar uma pessoa desde a infância até a idade adulta, sem qualquer garantia de retorno. Instituições sem reputação são forçadas a praticarem preços competitivos, ou seja, sem margem de lucro, e não podem se dar o luxo de recusar alunos. Nelas, vestir-se e portar-se mal é o último dos problemas, e tem ainda menos valor.