Julgar os outros é quase inevitável; faz parte da forma como nosso cérebro funciona. A
gente observa comportamentos, compara com nossas próprias referências e tira conclusões rápidas. Isso tem até uma função evolutiva: avaliar se alguém é confiável, se representa risco ou se pode ser aliado. Julgar não é o problema em si; o peso vem quando isso se transforma em preconceito ou condenação sem contexto... Não consigo evitar totalmente, mas costumo guardar para mim, refletir e não deixar virar algo condenatório.