30/01/2026 13h21

O esquerdista é um doente mental. Um sujeito miserável que necessita da piedade humana. Mas

cuidado com ele. Por ser um ser desprezível, abjeto, infame, torpe ele é perigoso.

É um sociopata camuflado, um psicótico social que imagina ser Deus. Na sua imaginação acha que é capaz de solucionar todos os problemas da humanidade, mas que na verdade quer solucionar os seus próprios, que projeta nos outros para iludir-se de ser altruísta.

É um invejoso. Sente ódio doentio e permanente pelas pessoas de sucesso, notadamente aquelas realizadas financeiramente. O sucesso alheio corrói suas entranhas. É aquele sujeito que passa pelo bosque e só vê lenha para alimentar a fogueira de seu ódio pelo sucesso alheio.

É um fracassado. Para justificar o seu fracasso busca desesperadamente culpados para a sua incompetência pessoal. A culpa é sempre dos outros. É um sujeito que funciona como uma refinaria projetada para transformar insatisfações pessoais em energia pura para promover a revolução proletária.

É um cínico. Não no conceito doutrinário de uma das escolas socráticas, mas no sentido de descaramento. Portanto, um sujeito sem escrúpulos, hipócrita, sarcástico e oportunista. Se coloca na condição de defensor do bem-estar da sociedade e da humanidade, quando na verdade busca atender aos seus interesses pessoais, inconfessos.

É um ateu. Devido a sua psicose, já comentada anteriormente, destitui Deus e se coloca no lugar dele para distribuir justiça, felicidade e bem-estar social, dentre outros. É um indivíduo que tem a consciência moral deformada e deseja destruir todos os valores cristãos e construir um mundo novo, segundo suas concepções paranoicas.

Agora que você conhece algumas características do esquerdista, fica um conselho: jamais discuta com ele, porque a única coisa que ele consegue falar é chamá-lo de nazista. Com muito custo ele consegue pronunciar mais um ou dois verbetes na mesma linha aos já descritos, todos para desqualificá-lo e assim expressar a sua soberba.