20/01/2026 20h22

Pra mim, algumas coisas são inegociáveis em um relacionamento.
Não é drama, não é exigência absurda,

é caráter.

Empatia não é discurso bonito, é atitude. Se a pessoa vê dor, vulnerabilidade ou doença e escolhe ignorar, minimizar ou se omitir, pra mim já perdeu o valor. Isso diz muito sobre quem ela é.

Responsabilidade emocional também não se discute. Cada um responde pelo que faz. Não aceito gente que machuca e depois se faz de vítima, que terceiriza culpa ou foge das consequências.

Respeito é o mínimo. Respeito ao meu corpo, às minhas decisões, ao meu trabalho, à minha inteligência. Qualquer sinal de controle, manipulação emocional ou joguinho psicológico já me dá nojo.

Prefiro uma verdade dura do que uma mentira confortável. Meia-verdade, omissão estratégica e mentira por conveniência são formas de enganar, e eu não negocio isso.

Eu preciso de segurança emocional. Preciso poder falar, discordar, adoecer, mudar de ideia sem medo. Relação que causa confusão constante, ansiedade ou insegurança não é amor, é desgaste emocional, e eu quero distância.

Não romantizo comportamento tóxico. Ciúme excessivo, posse, dependência emocional, controle ou “amor que machuca” não me atraem, me afastam.

Caráter sempre vai valer mais que discurso. Racismo, machismo, homofobia, crueldade, negligência ou qualquer forma de violência anulam qualquer outra qualidade que a pessoa ache que tem, a partir disso, a pessoa é um lixo para mim, e ninguém muda minha opinião.

Eu não me apaixono por aparência, me apaixono por essência. Preciso admirar a mente, os valores e a postura da pessoa diante da vida.

E, acima de tudo, eu não abro mão de quem eu sou pra caber em ninguém. Se a relação exige que eu me diminua, me cale ou me molde, ela não é pra mim.