A felicidade é relativa e o passado de cada um não define quem merece respeito
no presente. O atendimento preferencial não é um 'prêmio' por uma vida bem vivida ou sofrida, mas um direito garantido pelo Estatuto da Pessoa Idosa devido à fragilidade física que o tempo traz para todos. Independentemente do que fizemos, o corpo cansa e a lei existe para garantir dignidade a quem já percorreu um longo caminho.