1) Ele tivesse que trocar fralda suja do pai?
2) Ele tivesse que se sujar com o vômito do pai?
3) Ele tivesse que se ausentar diversas vezes para socorrer o pai?
E por fim, se vocês fossem casados,
4) Você o ajudaria a cuidar do pai? (Arrumaria a casa com sua sogra enquanto seu marido cuida do deu sogro)
2) Ele tivesse que se sujar com o vômito do pai?
3) Ele tivesse que se ausentar diversas vezes para socorrer o pai?
E por fim, se vocês fossem casados,
4) Você o ajudaria a cuidar do pai? (Arrumaria a casa com sua sogra enquanto seu marido cuida do deu sogro)
Meu amor e admiração por ele aumentariam ainda mais.
Olha, não sei como funciona com
a maioria das pessoas, mas eu, Vitória, tenho um senso de responsabilidade MUITO grande no que se refere a minha família, sobretudo aos meus pais. E isso, em um contexto matrimonial, indubitavelmente se estenderá aos meus sogros também. Não vou ficar falando tudo o que já faço pela minha família aqui, mas eles são a minha prioridade, o meu tesouro incalculável, tudo o que eu tenho. Então acredite: a minha mente, os meus olhos, as minhas ações, o meu dinheiro, tudo - hoje - é para eles e por eles.
Embora estejamos longe agora, todos os dias e durante todo o dia nos falamos; eles sabem do meu amor e dedicação a eles. Sabem que podem contar comigo para absolutamente tudo, e não importa o que esteja acontecendo na minha vida.
Desde criança eu já pensava assim.
Na minha casa é um assunto conversado e acordado há muito tempo: eu quem cuidarei dos meus pais na velhice ou em caso de doença.
Minhas irmãs são maravilhosas, mas elas não têm a paciência que eu tenho. Elas não pensam como eu penso. E tudo bem…
Inclusive, sempre que gosto de alguém, a primeira coisa que pergunto é o contexto familiar da pessoa. Justamente para já ter ciência de que um dia dividirei com o meu parceiro a responsabilidade de cuidar dos meus sogros, e o mesmo valerá para ele.